6/29/2016 0h0
Doenças Respiratórias
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Inverno demanda atenção com doenças respiratórias

O inverno é uma época propícia para a ocorrência de doenças respiratórias. Para ajudar a enfrentar a temporada sem incômodos, a médica pneumologista do Seconci-SP, Marice Ashidani, dá algumas dicas de prevenção. “Lavar as mãos frequentemente e manter distância de ambientes com muitas pessoas e pouca circulação de ar são as principais formas de evitar doenças”, diz a médica.

A especialista ressalta também a importância de ter uma boa alimentação. “A hidratação completa não é feita só com água. Frutas, verduras, legumes e sucos também são bem-vindos”, diz. “A água contribui para fluidificar as secreções e tem função expectorante”, explica.

A pneumologista destaca os cuidados neste período para trabalhadores da construção civil, que ficam expostos a ambientes frios e úmidos: “É muito importante manter o corpo em conforto térmico, em ambiente seco e temperatura estável”, finaliza.

Veja as doenças respiratórias com maior incidência durante o inverno:

Resfriado: não costuma causar febre, exceto em crianças. Provoca coriza, tosse seca ou com secreção clara, obstrução nasal, espirros, dor na garganta e indisposição.

Gripe: causa febre, normalmente acima de 38ºC, principalmente nas crianças. Dor de cabeça, dores pelo corpo, mal-estar e perda do apetite. É causada pelo vírus Influenza e pode evoluir para pneumonia.

Sinusite: inflamação dos seios paranasais, causada por vírus, bactérias ou alérgenos (poeira e ácaros). Caracteriza-se por dor facial, congestão nasal, febre e dor de cabeça.

Rinite alérgica: provoca espirros, coriza, tosse seca e lacrimejamento.

Laringites e faringites: podem ser causadas por vírus, bactérias e alérgenos. Causam desconforto na garganta, dificuldade para respirar/engolir, febre e tosse seca.

Pneumonia: infecção bacteriana aguda dos alvéolos pulmonares. Causa febre, calafrios, dor torácica, falta de ar, tosse e mal-estar geral.

Asma: caracteriza-se por chiado, falta de ar, desconforto torácico e grande esforço para respirar.

Um fator primordial, segundo a pneumologista, é evitar a automedicação. “Sempre o mais indicado é procurar um médico, que prescreverá a medicação correta, evitando que a doença se agrave”.