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Doar sangue, ato de responsabilidade social

“Diferentemente de outros recursos médicos, o sangue não pode ser fabricado artificialmente, o que torna a participação dos doadores ainda mais importante. Assim, a doação de sangue é um ato de solidariedade, empatia e responsabilidade social, que pode salvar muitas vidas. Ao doar, uma pessoa oferece esperança e a chance de sobrevivência.”

As afirmações são de Claudia Aparecida Zanini Fonseca e Rosana Alves Correia Toledo, assistentes sociais do Seconci-SP, por ocasião Dia Mundial do Doador de Sangue (14 de junho), que objetiva homenagear todos os doadores e conscientizar os não-doadores sobre a importância do ato.

Em artigo publicado no site do Seconci-SP, Claudia e Rosana explicam que os hospitais e hemocentros precisam manter os estoques de sangue sempre abastecidos, pois a demanda é constante. “Todos os dias, milhares de pessoas dependem de transfusões sanguíneas para sobreviver, seja em casos de acidentes, cirurgias, tratamentos de câncer ou doenças graves”. Assim o artigo também está inserido na campanha nacional Junho Vermelho, que visa incentivar a doação de sangue no Brasil e busca aumentar os estoques de sangue, especialmente em períodos críticos do ano, como o inverno, quando as doações costumam diminuir.

 

Papel do Serviço Social

De acordo com as autoras, “a atuação do Serviço Social na perspectiva da doação de sangue é fundamental no planejamento e na execução de campanhas educativas, mobilização social em empresas, escolas e comunidades para manter os estoques de sangue estáveis; na conscientização e fidelização de doadores, no acolhimento humanizado do doador, além de orientar a população sobre a importância da doação segura, orientando sobre preconceitos e medos associados ao procedimento”.

Claudia e Rosana também descrevem todos as etapas do processo de doação, os critérios básicos para a pessoa se tornar um doador e os impedimentos permanentes e temporários para tanto.

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