
A constatação é do Seconci-SP, por ocasião da campanha Setembro Verde, de conscientização sobre a importância da doação de órgãos e tecidos, que tem sua data principal no dia 27, o Dia Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos.
Entre os principais questionamentos está o medo de que a retirada da córnea provoque alterações no rosto do doador e impeça a realização do velório. A retirada das córneas é feita por equipe especializada, de forma cuidadosa, sem deformar o rosto do doador e sem impedir o velório.
Depois da captação, a córnea é encaminhada para avaliação e, quando considerado adequado, poderá ser destinada a um paciente que aguarda o transplante.
No transplante, a córnea comprometida do receptor pode ser substituída total ou parcialmente pela doada, de acordo com a indicação médica.
Podem ser potenciais doadores pessoas que faleceram entre 2 e 80 anos. A retirada das córneas pode ser realizada em até 12 horas após o falecimento, a depender da avaliação do profissional. Problemas de visão como miopia, hipermetropia e astigmatismo não impedem a doação.
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A doação de órgãos e tecidos após a morte depende da autorização da família. Por isso, quem deseja ser doador deve conversar com os familiares e deixar essa vontade conhecida.
Após a autorização, o sistema de transplantes realiza os procedimentos necessários para identificar os possíveis receptores, seguindo critérios técnicos estabelecidos pelo Sistema Nacional de Transplantes.
A inscrição do paciente na lista de espera para transplante é feita pela equipe médica responsável pelo acompanhamento. O Sistema Estadual de Transplantes gerencia o processo de doação e transplante em integração com o Sistema Nacional de Transplantes.




