Seconci-SP mostra diferenciais nos exames admissionais

O Seconci-SP dispõe de diferenciais na aplicação de exames admissionais, que proporcionam maior segurança nas contratações dos trabalhadores da indústria da construção.

Este foi o destaque da palestra ministrada por Giancarlo Brandão, gerente Executivo Médico do Seconci-SP, e Alexandre Costa, coordenador de Medicina Ocupacional da entidade, no 5º Simpósio Internacional sobre Prevenção de Acidentes em Trabalho em Altura. O evento foi realizado pelo Instituto Trabalho e Vida e pelo Seconci-SP, no auditório desta entidade, em 8 de dezembro.

Os médicos relataram que um diferencial consiste na possibilidade de o candidato a uma vaga apresentar algum sintoma que requeira passar por um especialista. Neste caso, a pessoa poderá ser encaminhada a um dos médicos ou dentistas da Medicina Assistencial, para uma melhor avaliação e possível tratamento.

Outro diferencial é a realização de um exame psicológico, que poderá mostrar, por exemplo, incompatibilidade com trabalho em altura (por exemplo, acrofobia) – o que às vezes o exame clínico não detecta.

Brandão e Costa também destacaram a atuação da Engenharia Ocupacional do Seconci-SP, fundamental para o monitoramento das condições do ambiente de trabalho, ajudando na prevenção de problemas de saúde.

O protocolo do Seconci-SP abrange, por um custo irrisório: exame de acuidade visual, audiometria, eletroencefalograma, eletrocardiograma, exame clínico, glicemia em jejum, hemograma completo e avaliação psicossocial e clínica.

Gerenciamento de riscos

No mesmo evento, Gianfranco Pampalon, assessor técnico de Segurança do Trabalho do Seconci-SP, detalhou aspectos da gestão de riscos, de acordo com o disposto nas Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho.

Ele descreveu todo o processo a ser adotado na elaboração do PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos): levantamento dos perigos; avaliação e classificação dos riscos ocupacionais; plano de ação para eliminar o perigo ou, na sua impossibilidade, reduzir o risco; definição de responsabilidades e capacitação; elaboração de plano de emergência.

A seguir, prosseguiu Pampalon, é preciso gerenciar as medidas adotadas, verificando sua eficácia, avaliando a necessidade implementar novas ações. Chamou ainda a importância de resgates rápidos para diminuir a gravidade de eventuais acidentes, bem como a necessidade de escolha correta dos equipamentos de proteção individual (EPIs).

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