O Seconci-SP, por meio de seu Instituto de Ensino e Pesquisa Armênio Crestana (Iepac), realizou em 24 de fevereiro a cerimônia de formatura de 75 residentes médicas e médicos em 13 especialidades, que realizaram suas residências nas unidades hospitalares da rede pública, sob gestão da entidade.
Saudando os formandos, Maristela Honda, presidente do Seconci-SP, afirmou que “cada vez mais, o exercício da medicina requer uma conduta que considere não só a interpretação de exames, mas também uma escuta ativa do paciente e um atendimento humanizado. Tenho certeza de que, onde quer que vocês atuem, oferecerão o que há de melhor em cuidado médico, com conhecimento técnico aliado a habilidades comportamentais consolidados.”
“investimos em tecnologia e inovação, mas também na seriedade e no compromisso com a qualidade, acreditando sempre no poder desses fatores para o sucesso. E vocês estão conosco nesse processo de evolução do sistema de saúde brasileiro, especialmente na área pública, que tanto carece de transformação”, destacou.
A presidente do Seconci-SP destacou que mais de 4 mil residentes se formaram naqueles hospitais e que o Iepac viabilizou cerca de 6 mil pesquisas médicas, além de ter lançado uma revista científica. Também saudou a presença do dr. Paulo Fernando Constâncio de Souza, presidente da Comissão Estadual de Residência Médica de São Paulo (Cerem).
Integrar inovações
Em sua saudação, o dr. Irineu Massaia, superintendente do Iepac, disse que o Seconci-SP “tem como um de seus pilares a crença de que a formação médica de qualidade não se limita à aquisição de conhecimento técnico-científico. Ela se aprofunda na capacidade de ‘filtrar o novo à luz da experiência histórica’, de integrar as inovações sem perder de vista os fundamentos que sustentam a arte e a ciência de curar. É essa expertise que vocês, caros residentes, buscaram e encontraram conosco.”
“Vocês aprenderam a não resistir cegamente ao novo, mas a analisá-lo, a validá-lo e a aplicá-lo sempre com discernimento e, acima de tudo, com humanidade. Aprendizado este que impede que cada geração comece do zero, condenada a repetir erros, e que garante que a medicina continue sendo um farol de esperança e cuidado”, salientou.
Seguiram-se as saudações dos responsáveis pelas residências nos hospitais e os discursos dos formandos.






