Dia do Idoso: Seconci-SP oferece teleconsulta por WhatsApp

Por ocasião do Dia Nacional do Idoso (27 de setembro), a supervisora da Enfermagem do Seconci-SP, enfermeira Bruna Barbosa de Sousa, destaca que a entidade oferece a teleconsulta, que facilita o acesso ao atendimento dos seus usuários, em especial a essa parcela da população, evitando o deslocamento até o consultório. O serviço está disponível na clínica médica e nas especialidades de cardiologia, endocrinologia, nutrição, psicologia e psiquiatria.

Para ter acesso, é preciso apenas que o usuário tenha celular com o aplicativo WhatsApp e câmera e faça uma videochamada. A primeira consulta tem de ser feita com o clínico geral e é marcada normalmente pela Central de Agendamento do Seconci-SP. Para as outras especialidades disponíveis, é obrigatório o encaminhamento do clínico geral.

“Essa é uma demonstração clara da preocupação do Seconci-SP em inovar e melhorar cada vez mais o atendimento, assim como o nosso compromisso com os idosos”. Ela lembra que o Dia Internacional da Pessoa Idosa (1º de outubro) foi instituído em 1991, pela Organização das Nações Unidas (ONU) e serve como um alerta para a sociedade civil sobre a necessidade de proteção e de cuidados para a população acima dos 65 anos. Já o Dia Nacional do Idoso foi estabelecido em 1999 pela Comissão de Educação do Senado Federal, com o objetivo de refletir a respeito da situação do idoso no Brasil, seus direitos e dificuldades.

“De acordo com o IBGE, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a população idosa em 2019 ultrapassou a marca de 32,9 milhões de pessoas, o que representa 13% da população do país. O crescimento populacional passa por uma transição única e irreversível. Como as taxas de fertilidade têm diminuído, a expectativa é de que a proporção de idosos deva triplicar até 2050”, afirma a enfermeira.

Bruna ressalta que nos últimos anos, com a pandemia da Covid-19, essa população precisou de atenção diferenciada, pois estava no grupo de risco. “Os cuidados foram redobrados e a necessidade de isolamento foi ainda maior, o que acarretou outros problemas de saúde como, por exemplo, o aumento das crises de ansiedade e dos casos de depressão”.

Sem contar que é comum nessa faixa etária a presença de comorbidades como hipertensão arterial e diabetes. “Muitos deixaram de fazer o controle regular dessas doenças crônicas com medo de se dirigir às unidades de saúde. É nosso papel, como profissionais da saúde e que atuamos em uma instituição dedicada a promover saúde e medidas de caráter preventivo, incentivar os idosos a buscar atendimento médico”, enfatiza Bruna.

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